segunda-feira, 31 de outubro de 2011

"Se tudo é uma questão de fé...

...eu escolho não acreditar em certas coisas."

Essas palavras me vieram hoje num sonho
sonhado durante um breve cochilo depois do amor.

Não há como pensá-las como um aviso,
um conselho de algo maior, de alguém mais sábio.

Levo pra vida!!!


domingo, 30 de outubro de 2011

Hoje é dia de Teatro, bebê. (rs)


Hoje é dia de me esconder atrás de um personagem e
fingir que tudo não passa de Faz de Conta.

Onde: Palacete das Artes, Museu Rodin Bahia, Graça
Que horas: 16:00
O que: Trupe dos Trupícios com A CRISE DO FAZ DE CONTA!!!
Quanto: Free, de Graça, 0800, Grátis, Entrada Franca, ou como vc preferir pra saber que não vai pagar. Hehe...

E ao final de tudo, tudo volta ao normal.

Quando o passado bate à porta... Volume II

Mudanças de espaço físico são extremamente propícias a situações como essa:

Uma fotografia que pula de dentro de um livro,
um bilhete escrito em segredo num caderno que apenas
anos depois vem à tona e traz consigo lembranças, momentos,
sentimentos, desejos e mais uma porrada de sensações que achavámos
nunca mais ter de sentir.

Não escondo a minha dificuldade em lidar com o ontem.
Tenho uma verdadeira fascinação pelo que passou, tenha eu vivido
ou não.
Lembro com sofreguidão cada bom momento e por vezes os não tão bons.
Seleciono situações modelo e, não nego, alguma vezes até dou uma melhorada via memória.

Passado inventado, é disso que vivo. É isso que me sustenta, que me alimenta.

Mas e o presente? Esse que eu recebo todos os dias, que me suporta, que me atura,
que se esforça pra entender essa irritante mania de olhar pra trás?

Enfim,
nem sempre o presente é tão presente assim.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

"A minha vida continua...

...mas é certo que eu seria sempre sua.
Quem pode me entender?"

(Quando o passado bate à porta - Volume I)

Aguardando cenas dos próximos capítulos.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

What's problem?

Nada faz sentido agora.

Neste momento não faço nem ideia de quem sou.

Talvez (como gosto dessa palavra), o que tenho feito
e onde tenho andado revele um pouco do que tenho buscado.

O que tenho lido, visto ou escutado.

O que tenho vivido e com quem tenho estado.

E se nada disso fizer sentido, talvez o que eu tiver sentido faça.

Talvez.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mudanças

Inconstante.

Acredito que não exista palavra melhor que me descreva.
Talvez a única coisa de constante que exista em mim é justamente a mudança.

A é mudança muitas vezes defendida, muitas vezes buscada.
Pessoas se desesperam em busca de algo que mude as suas vidas.
Mudança, na maioria das vezes, é algo bom.

Mas nas minhas mudanças há algo de estranho.
Não são raras as vezes que deixo algum projeto pela metade pelo simples fato de não
ter mais ganas de continuar, aliás, não sei se poderia citar algo que tenha feito até o fim.

Nem mesmo aqui.
Quantas vezes me prometi que viria aqui mais vezes?
Que seria constante?

E não importa a natureza do projeto.
Não importa em que pé ele anda.
Se é pra desistir, vamos lá.

Admito, mas não gosto.
Não gosto de me sentir pela metade.
Não quero ser só um pedaço.

Há quem diga que admitir um problema é meio caminho andado pra resolve-lo,
mas sei desse há muito tempo e não me parece que tenha caminhado muito em direção
à solução.

Admitir talvez não resolva, mas pelo menos muda algo dentro de mim:
pelo menos por enquanto, até que algo mude mais uma vez.

domingo, 2 de outubro de 2011

Agora que tenho... não quero mais!!!


Então,
uma das grandes novidades desse período de sumiço
é que agora tenho um portátil. Agora posso me dar o luxo de sair para escrever.
Não preciso mais estar presa a um tempo e um espaço.
Bendita tecnologia!!!

Há também uma outra novidade, que em termos de privacidade e liberdade, complementa essa:
tenho uma casa!!
Isso mesmo, uma casa!! Mas deixemos essa para um outro post.

Por hora quero falar da liberdade de expressão e criação que está ao meu alcance agora.

(sei que sempre que sumo, volto com post narrativo e que isso é um saco, mas partindo do princípio que não tem ninguém lendo e que isso pode funcionar como um diário, também, deixo claro que teremos posts reflexivos posteriormente).

A verdade é uma só: nunca estou satisfeita com o que tenho, sempre acho que as condições em que me encontro não são as ideais e, consigo fazer pior, sempre que chego à condição que outrora reivindiquei, nunca aproveito como o planejado.

Tenho um portátil.

Não preciso dividir espaço em disco, nem preciso me prender ao espaço físico da casa. Deveria estar radiante para começar a tão apregoada produção de uns posts anteriores (com a casa e o trancamento da facul, [pois é mais novidades] eu deveria chamar isso de condição ideal), mas o que eu fiz nesse período?? NADA!!
Não consegui nem terminar de ler um livro, muito menos fichá-lo e usá-lo naquilo que chamo de projeto de formatura. Estamos em outubro.

Preciso mudar, preciso melhorar, preciso delimitar-me, preciso de uma tantão de coisas mas não tenho muito ideia de como conseguir.

P.S.: Tá, esse final ficou uma droga, mas relevemos que estou me readaptando ao hábito de escrever.

sábado, 1 de outubro de 2011

Carro na frente dos bois??


Pois bem,

Muita coisa a se contar, muita coisa acontecendo.
A vida que dá aquela guinada e parece que agora vai.
Até o Lacerdão andou esquecido (só voltou à tona por conta da possível privatização).
Tudo indo às mil maravilhas.

Mas se não tiver uma lamentaçãozinha não sou eu né?

Quando a esmola é demais o santo desconfia. Depois de tudo que me aconteceu, de tantos 'quases', não dá pra acreditar que dessa vez simplesmente vai. sem muitos esforços, sem muitas delongas, apenas com pequenos ajustes e tudo parece fluir naturalmente (como eu sempre quis).
Claro que existem aspectos a serem trabalhados, inclusive tem um que precisa de atenção urgente, mas ainda assim, parece que agora vai.

Mas uma coisa que percebi, é que não se deve antecipar o milagre só pela fé nele. Vale a pena esperar acontecer pra depois relatar o testemunho. Portanto, por mais que meus dedos estejam coçando para disseminar os planos, só voltarei aqui com novidades acontecidas pra contar.

(mas se ninguém vem aqui mesmo, que é que tem??)

Prometo que vou pensar... (eu nem queria mesmo, rsrs)

Ainda estou viva... ainda!!


Quando já nem lembrava desse ambiente, e quando ninguém mais lembrava
da minha lamentável existência, eis que reapareço, tal qual uma fênix que ressurge das cinzas.

Meio ano, seis meses, vinte e quatro semanas, cento e oitenta dias, quatro mil trezentas e vinte horas, dois milhões quinhentos e noventa e dois mil minutos, quinze milhões quinhentos e cinquenta e dois segundos... ufa.

Tempo suficiente para muita coisa acontecer. E aconteceu.

Da última vez que vim até aqui, a vida estava uma pasmaceira só.
E o que mais sobrava em mim era vontade de partir.
Não que a vontade tenha passado, mas a vida está bem mais agitadinha.

Lembro de ter comentado algo sobre achar que a vida não havia reservado ninguém com a função de me fazer feliz. Pois bem, pouco tempo depois tive certeza: a vida NÃO designou ninguém como guardião da minha felicidade. Pelo simples fato de que ninguém é capaz de fabricar ou armazenar a felicidade de ninguém. Acontece que quando isso já me era uma verdade certa e estabelecida, me aparece ele.

Enfim, não pretendo tecer considerações sobre algo que não consigo compreender muito bem, sobre algo que consigo apenas sentir. Eu gostaria apenas de ressaltar que em seis meses verdades certas e estabelecidas podem ruir. Aliás, seis meses são até muito, segundos são suficientes.

No mais, acho que tenho muito o que contar...
...aguardem cenas dos próximos capítulos.