
Quando já nem lembrava desse ambiente, e quando ninguém mais lembrava
da minha lamentável existência, eis que reapareço, tal qual uma fênix que ressurge das cinzas.
Meio ano, seis meses, vinte e quatro semanas, cento e oitenta dias, quatro mil trezentas e vinte horas, dois milhões quinhentos e noventa e dois mil minutos, quinze milhões quinhentos e cinquenta e dois segundos... ufa.
Tempo suficiente para muita coisa acontecer. E aconteceu.
Da última vez que vim até aqui, a vida estava uma pasmaceira só.
E o que mais sobrava em mim era vontade de partir.
Não que a vontade tenha passado, mas a vida está bem mais agitadinha.
Lembro de ter comentado algo sobre achar que a vida não havia reservado ninguém com a função de me fazer feliz. Pois bem, pouco tempo depois tive certeza: a vida NÃO designou ninguém como guardião da minha felicidade. Pelo simples fato de que ninguém é capaz de fabricar ou armazenar a felicidade de ninguém. Acontece que quando isso já me era uma verdade certa e estabelecida, me aparece ele.
Enfim, não pretendo tecer considerações sobre algo que não consigo compreender muito bem, sobre algo que consigo apenas sentir. Eu gostaria apenas de ressaltar que em seis meses verdades certas e estabelecidas podem ruir. Aliás, seis meses são até muito, segundos são suficientes.
No mais, acho que tenho muito o que contar...
...aguardem cenas dos próximos capítulos.
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