sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Mórbido!!

"Tudo que morre
Fica vivo na lembrança
Como é difícil viver
Carregando um cemitério na cabeça..."

Difícil mas não impossível.

Verdades pululam de onde menos se espera.

Eu diria mais: "...levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima..."

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

E depois?

E quando um sonho se torna realidade?

E quando está tão perto de se materializar algo que só existia no pensamento e no desejo?

E o que será depois?

Teremos outros sonhos ou ficaremos vazios e satisfeitos?

Está tão perto agora que nem sei.




quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Profecias

Músicas são mensagens telepáticas e proféticas, recebidas por seres especiais
que sabem que em algum momento no tempo e no espaço elas vão servir pra traduzir os sentimentos de alguém.
Meu telepata e profeta Osvaldo Montenegro, hoje traduz o que eu sinto com essa aqui:


Faça uma lista de grandes amigos
Quem você mais via há dez anos atrás
Quantos você ainda vê todo dia
Quantos você já não encontra mais...
Faça uma lista dos sonhos que tinha
Quantos você desistiu de sonhar!
Quantos amores jurados pra sempre
Quantos você conseguiu preservar...
Onde você ainda se reconhece
Na foto passada ou no espelho de agora?
Hoje é do jeito que achou que seria
Quantos amigos você jogou fora?
Quantos mistérios que você sondava
Quantos você conseguiu entender?
Quantos segredos que você guardava
Hoje são bobos ninguém quer saber?
Quantas mentiras você condenava?
Quantas você teve que cometer?
Quantos defeitos sanados com o tempo
Eram o melhor que havia em você?
Quantas canções que você não cantava
Hoje assobia pra sobreviver?
Quantas pessoas que você amava
Hoje acredita que amam você?



                                                    A Lista
                                        Osvaldo Montenegro               

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Tá tudo bem!!

Hoje eu estou perdida.

Simplesmente não faço a menor ideia do que fazer.

Acho que chegou a hora, chegou o momento. Perdi. Não aprendi a tempo
e perdi.

E lembra? Eu não sei lidar muito bem com perdas...

domingo, 27 de novembro de 2011

Happy Birthday to you!!!

Hoje faz dois anos que você nasceu.

Nasceste motivado por um sentimento pequeno, mesquinho.
Movida pela inveja, criei esse espaço pra quem sabe me sentir
tão querida quanto, tão admirada quanto.

Quis que os olhos, a atenção, o carinho se voltassem novamente pra mim.
Quis reverter o irreversível, quis recuperar o irrecuperável.

Não funcionou!!!
A perda não foi jamais revertida e tudo o que almejei com sua existência
não consegui.

Mas até que valeu a pena.
Posso não ter conseguido o que queria,
mas acabei querendo o que consegui.

Obrigada por tudo até hoje e
o desejo de uma ainda mais longa parceria.


P.S.: Inevitável lembrar que em breve serão também dois anos
da tão dolorosa perda. Mas isso, é assunto pra outro post

Sim, mas e daí?

Descobri o que sempre soube:

Não sei lidar com perdas e tenho ganas de esganar a saudade.

Sou ciumenta. Principalmente com o que está alheio ao meu domínio.

Sofro mais pelo que passou do que pelo que vivo hoje.

Detesto saber de todas essas coisas e não poder fazer nada para mudar.




♪♫ Não adianta,
Não adianta, que não adianta,
Não é preciso, que não é preciso

Então pra que chorar? ♪♫                             
                             Baleiro

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Passou, tá novo!!


E quando o passado bater em sua porta,
trazendo como torta quente as memórias felizes de um tempo remoto,
lhe fazendo até esquecer dos momentos de agrúras,
diga-lhe apenas que é tarde.

Tarde para que venhas como um bom vizinho lhe dar as boas vindas
nesse novo tempo,
novo momento.

Não o trate mal, não.
Diga-lhe apenas que é tarde,
que já se recolheu nos seus aposentos e se prepara para um novo dia.

Convide-o a voltar, sim, a voltar.
Diga-lhe que na manhã seguinte, quando estiveres desperto
e cheio de disposição terá o maior prazer em recebê-lo.

E ele voltará, sim, voltará.
Mas à luz de um novo dia, já não terá tamanha audácia e se limitará
a ocupar o espaço que lhe cabe no curso natural dos acontecimentos.

Eis que é passado, aquilo que se foi para dar lugar ao que hoje está,
mas que pode vir a novamente ser,
só que dessa vez selado sob as marcas do tempo.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A culpa é do Mendel!!!

Como pode alguém me condenar por eu ser isso ou aquilo??
Ou até por não aquilo ou isso??


Juro que tem coisas que estão acima da minha capacidade de programação
e quando me deparo com esse tipo de atitude alheia é que tenho sombras de compreensão.


Só pode ser memória genética.



Sabia que não era à toa que usava óleo de peroba como hidratante facial.

sábado, 19 de novembro de 2011

Nadeshiko's Company

Um dia vc acorda e percebe que seu mundo ruiu...
O que fazer??

Brasil: Lamentar, chorar e ficar fazendo mil planos pra o futuro.
Japão: Lamentar, chorar enquanto reconstrói em tempo recorde tudo que foi destruído.

Enfim, farei jus ao meu sobrenome Nadeshiko mas de uma forma bem brasileira:
"...levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima..."





A questão é quando o passado começa a incomodar e nos fazer pensar que tudo teria sido melhor se nada daquilo tivesse acontecido dando espaço e lugar pra isso acontecer.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

"Aprendizados para uma vida inteira"

Muitas coisas se aprende ao longo da vida.

Todas elas são guardadas pelo tempo suficiente.

Algumas esquecemos assim que não mais precisamos,
outras precisamos por um pouco mais de tempo,
e tem certas coisas que mudam o nosso rumo no caminhar
e ficam por uma vida inteira.
Em alguns momentos, aquilo que aprendemos e levamos como verdade
são suplantados por outros aprendizados, que nos mostram que nem
sempre o que aprendemos era a verdade absoluta, quase nunca é.

Somos exatamente o que resolvemos guardar e permitimos
que nos mude.

Isso eu aprendi ao longo da vida e guardo por que ainda me serve,
se nessa caminhada me vier algo que mude isso, estarei aberta a aprender também.

Clichê mas verdade:

"Vivendo e aprendendo a jogar, nem sempre ganhando, nem sempre perdendo,
mas aprendendo a jogar."

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Frio

O frio que nos faz encolher embaixo do cobertor
é o mesmo frio que retrai as ideias no cantinho da minha cabeça.

Quero falar, mas não sei como, mas não sei o que...

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Não gostou do que ouviu??

Só posso lamentar pelo que perdeu,
mas permita-me me apresentar:

- Muito prazer, essa sou EU!!!

Associação dos Personagens Infantis Atualmente Esquecidos, Ponto!!!

Quando, há alguns dias, eu comentei sobre o passado que bate à porta,
não tinha a menor ideia de que ele voltaria sem piedade.

Se bem, que o que chamo de passado neste post, não pode em nada ser comparado
ao passado do post anterior. Até por que, este não é passado.

Por mais que eu rejeite e insista em deixá-lo preso em determinado tempo e espaço,
a realidade me joga na cara a atemporalidade do fato.
Não apenas foi: é e sempre será.
Não posso substituir, como fiz com o passado (que realmente passado é)
daquele post.
Esse, não importa o que eu queira ou o que eu sinta não posso mudar e ponto.

(que nem a ASDOPIAES, ponto, rs)

Devaneios à parte, desse sim eu espero ansiosa
(ainda mais por que sou personagem principal)
as cenas dos próximos capítulos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

"Se tudo é uma questão de fé...

...eu escolho não acreditar em certas coisas."

Essas palavras me vieram hoje num sonho
sonhado durante um breve cochilo depois do amor.

Não há como pensá-las como um aviso,
um conselho de algo maior, de alguém mais sábio.

Levo pra vida!!!


domingo, 30 de outubro de 2011

Hoje é dia de Teatro, bebê. (rs)


Hoje é dia de me esconder atrás de um personagem e
fingir que tudo não passa de Faz de Conta.

Onde: Palacete das Artes, Museu Rodin Bahia, Graça
Que horas: 16:00
O que: Trupe dos Trupícios com A CRISE DO FAZ DE CONTA!!!
Quanto: Free, de Graça, 0800, Grátis, Entrada Franca, ou como vc preferir pra saber que não vai pagar. Hehe...

E ao final de tudo, tudo volta ao normal.

Quando o passado bate à porta... Volume II

Mudanças de espaço físico são extremamente propícias a situações como essa:

Uma fotografia que pula de dentro de um livro,
um bilhete escrito em segredo num caderno que apenas
anos depois vem à tona e traz consigo lembranças, momentos,
sentimentos, desejos e mais uma porrada de sensações que achavámos
nunca mais ter de sentir.

Não escondo a minha dificuldade em lidar com o ontem.
Tenho uma verdadeira fascinação pelo que passou, tenha eu vivido
ou não.
Lembro com sofreguidão cada bom momento e por vezes os não tão bons.
Seleciono situações modelo e, não nego, alguma vezes até dou uma melhorada via memória.

Passado inventado, é disso que vivo. É isso que me sustenta, que me alimenta.

Mas e o presente? Esse que eu recebo todos os dias, que me suporta, que me atura,
que se esforça pra entender essa irritante mania de olhar pra trás?

Enfim,
nem sempre o presente é tão presente assim.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

"A minha vida continua...

...mas é certo que eu seria sempre sua.
Quem pode me entender?"

(Quando o passado bate à porta - Volume I)

Aguardando cenas dos próximos capítulos.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

What's problem?

Nada faz sentido agora.

Neste momento não faço nem ideia de quem sou.

Talvez (como gosto dessa palavra), o que tenho feito
e onde tenho andado revele um pouco do que tenho buscado.

O que tenho lido, visto ou escutado.

O que tenho vivido e com quem tenho estado.

E se nada disso fizer sentido, talvez o que eu tiver sentido faça.

Talvez.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mudanças

Inconstante.

Acredito que não exista palavra melhor que me descreva.
Talvez a única coisa de constante que exista em mim é justamente a mudança.

A é mudança muitas vezes defendida, muitas vezes buscada.
Pessoas se desesperam em busca de algo que mude as suas vidas.
Mudança, na maioria das vezes, é algo bom.

Mas nas minhas mudanças há algo de estranho.
Não são raras as vezes que deixo algum projeto pela metade pelo simples fato de não
ter mais ganas de continuar, aliás, não sei se poderia citar algo que tenha feito até o fim.

Nem mesmo aqui.
Quantas vezes me prometi que viria aqui mais vezes?
Que seria constante?

E não importa a natureza do projeto.
Não importa em que pé ele anda.
Se é pra desistir, vamos lá.

Admito, mas não gosto.
Não gosto de me sentir pela metade.
Não quero ser só um pedaço.

Há quem diga que admitir um problema é meio caminho andado pra resolve-lo,
mas sei desse há muito tempo e não me parece que tenha caminhado muito em direção
à solução.

Admitir talvez não resolva, mas pelo menos muda algo dentro de mim:
pelo menos por enquanto, até que algo mude mais uma vez.

domingo, 2 de outubro de 2011

Agora que tenho... não quero mais!!!


Então,
uma das grandes novidades desse período de sumiço
é que agora tenho um portátil. Agora posso me dar o luxo de sair para escrever.
Não preciso mais estar presa a um tempo e um espaço.
Bendita tecnologia!!!

Há também uma outra novidade, que em termos de privacidade e liberdade, complementa essa:
tenho uma casa!!
Isso mesmo, uma casa!! Mas deixemos essa para um outro post.

Por hora quero falar da liberdade de expressão e criação que está ao meu alcance agora.

(sei que sempre que sumo, volto com post narrativo e que isso é um saco, mas partindo do princípio que não tem ninguém lendo e que isso pode funcionar como um diário, também, deixo claro que teremos posts reflexivos posteriormente).

A verdade é uma só: nunca estou satisfeita com o que tenho, sempre acho que as condições em que me encontro não são as ideais e, consigo fazer pior, sempre que chego à condição que outrora reivindiquei, nunca aproveito como o planejado.

Tenho um portátil.

Não preciso dividir espaço em disco, nem preciso me prender ao espaço físico da casa. Deveria estar radiante para começar a tão apregoada produção de uns posts anteriores (com a casa e o trancamento da facul, [pois é mais novidades] eu deveria chamar isso de condição ideal), mas o que eu fiz nesse período?? NADA!!
Não consegui nem terminar de ler um livro, muito menos fichá-lo e usá-lo naquilo que chamo de projeto de formatura. Estamos em outubro.

Preciso mudar, preciso melhorar, preciso delimitar-me, preciso de uma tantão de coisas mas não tenho muito ideia de como conseguir.

P.S.: Tá, esse final ficou uma droga, mas relevemos que estou me readaptando ao hábito de escrever.

sábado, 1 de outubro de 2011

Carro na frente dos bois??


Pois bem,

Muita coisa a se contar, muita coisa acontecendo.
A vida que dá aquela guinada e parece que agora vai.
Até o Lacerdão andou esquecido (só voltou à tona por conta da possível privatização).
Tudo indo às mil maravilhas.

Mas se não tiver uma lamentaçãozinha não sou eu né?

Quando a esmola é demais o santo desconfia. Depois de tudo que me aconteceu, de tantos 'quases', não dá pra acreditar que dessa vez simplesmente vai. sem muitos esforços, sem muitas delongas, apenas com pequenos ajustes e tudo parece fluir naturalmente (como eu sempre quis).
Claro que existem aspectos a serem trabalhados, inclusive tem um que precisa de atenção urgente, mas ainda assim, parece que agora vai.

Mas uma coisa que percebi, é que não se deve antecipar o milagre só pela fé nele. Vale a pena esperar acontecer pra depois relatar o testemunho. Portanto, por mais que meus dedos estejam coçando para disseminar os planos, só voltarei aqui com novidades acontecidas pra contar.

(mas se ninguém vem aqui mesmo, que é que tem??)

Prometo que vou pensar... (eu nem queria mesmo, rsrs)

Ainda estou viva... ainda!!


Quando já nem lembrava desse ambiente, e quando ninguém mais lembrava
da minha lamentável existência, eis que reapareço, tal qual uma fênix que ressurge das cinzas.

Meio ano, seis meses, vinte e quatro semanas, cento e oitenta dias, quatro mil trezentas e vinte horas, dois milhões quinhentos e noventa e dois mil minutos, quinze milhões quinhentos e cinquenta e dois segundos... ufa.

Tempo suficiente para muita coisa acontecer. E aconteceu.

Da última vez que vim até aqui, a vida estava uma pasmaceira só.
E o que mais sobrava em mim era vontade de partir.
Não que a vontade tenha passado, mas a vida está bem mais agitadinha.

Lembro de ter comentado algo sobre achar que a vida não havia reservado ninguém com a função de me fazer feliz. Pois bem, pouco tempo depois tive certeza: a vida NÃO designou ninguém como guardião da minha felicidade. Pelo simples fato de que ninguém é capaz de fabricar ou armazenar a felicidade de ninguém. Acontece que quando isso já me era uma verdade certa e estabelecida, me aparece ele.

Enfim, não pretendo tecer considerações sobre algo que não consigo compreender muito bem, sobre algo que consigo apenas sentir. Eu gostaria apenas de ressaltar que em seis meses verdades certas e estabelecidas podem ruir. Aliás, seis meses são até muito, segundos são suficientes.

No mais, acho que tenho muito o que contar...
...aguardem cenas dos próximos capítulos.

domingo, 10 de abril de 2011

...Sepulcral!!

Esse lugar tem se tornado cada vez mais ermo, ninguém mais vem aqui, nem mesmo eu. Engraçado que cada vez mais eu tenho menos frequetando muitos lugares. Esse é apenas mais uma vítima do abandono. Intrigante é que eu não tenho tido vontade de falar, de me expor, de colocar pra fora... Tenho medo, isso é fato. Medo do quanto posso ser imprevisível (por mais que eu negue, finja e fuja disso) até pra mim mesma.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Roda Mundo...

Gira Mundo....

Exatamente assim que me sinto.
No meio de um furacão, sentindo tudo girar.

O mundo está ao contrário e ninguém reparou.
Só eu!!

Nada está como deveria estar, nada
é como deveria ser. Tudo está tão estranho, tão fora
do normal. Do convencional.

O mundo gira, gira, gira e tudo sai do lugar.
Eu continuo no mesmo lugar vendo tudo girar.

Até as palavras não estão adequadas, estão
fora, estão por fora, estão lá fora.

Me faltam as palavras mas quem fala é a música...

sábado, 5 de fevereiro de 2011

...só pq é triste o fim!!!

Mais um ciclo que se finda.

Pequeno ciclo, mas um ciclo.
Será que estava tão na cara que não daria certo?
Será que a birra, a teimosia foi na verdade minha?
Será que fui leviana?

Não tenho resposta para essas questões.
Não sei se agi certo em começar, se acertei em continuar
ou se acerto agora em terminar.
Só sei que sinto que não era bem isso,
que insistir nisso não seria saudável para ninguém.

Tomara Deus eu esteja certa, ou pelo menos que haja conserto
para isso, se for um erro.

Lágrimas? Por ninguém...

domingo, 30 de janeiro de 2011

Stop!!!

Sim existe uma infinidade de sentimentos,
mas percebo que uma vida, qualquer que seja ela,
é sim suficiente para caber todos eles.

Muitas vezes vários ao mesmo tempo.
Nesse momento, me atormenta um que já senti muito e há muito tempo
mas desejei jamais ter de sentir novamente.
Me sinto culpada, pelo que fiz e principalmente pelo que deixei de fazer.

CULPA!

Como consegui minar aquele sentimento avassalador?
Como consigo piorar essa relação já falida há tempos?
Como consigo não ceder a um sentimento racionalmente óbvio?
E, por último, mas não menos importante, como pude ceder a um sentimento racionalmente idiota??

Gosto de pensar antes, pra não ter de me sentir culpada depois,
mas dessa vez, tenho de admitir que está complicado.

Preciso de um tempo,
preciso pensar,
preciso refletir e,
antes de mais nada,
preciso parar.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

I don't know!!!

Sem perguntas por favor, eu não sei as respostas.

Não importa quais sejam as perguntas, eu simplesmente não tenho respostas.

Se devo ir ou ficar? Se devo continuar ou acabar? Se devo amolecer ou endurecer ainda mais?

Não sei, não sei, não sei...

Não osbtante ao meu "não saber", as decisões precisam ser tomadas.
O Mundo não para pra que eu fique triste, a Vida não espera eu me recuperar,
ela segue seu caminho e esquece que nem todo mundo tem o mesmo ritmo.

Confusa me vejo mais uma vez, sem saber o que fazer e como agir.

Não me perdoo por ter machucado alguém que me é muito caro e especial, mas não me arrependo pois só assim pude ter certeza do que já desconfiava há tempos.

EXISTE SIM DIFERENÇA e enorme, e gigantesca, e brutal.
Por mais que não se admita.

A verdade existe, e não é preciso que ninguém saiba, não é preciso que ninguém acredite, ela simplesmente existe e está lá. Por mais que seja escondida, por mais que seja mentida, um dia ela vem à tona.

Enfim, não sei responder o que vou fazer, nem como vou fazer, nem o que acontecerá.

Se bem que desconfio que tudo será como sempre foi...

Daquele jeito que já não aguento.
Daquela forma que já estou cansada.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Baby, Baby, I love you!!!

Não gosto de sentir o que sinto agora.
O que senti quando soube da sorte de alguém.

Mas é que imagino e vejo o quanto a vida pode ser injusta.

Se eu quero tanto, se eu tanto preciso, por que não eu??

Não quero me sentir egoísta, mesquinha.. até pq sei que não sou.
Quero me colocar à disposição para fazer por ela o que não poderei fazer por
mim tão cedo. Quero ser pra ela o que tenho certeza que alguém seria pra mim.
Quero estar perto, quero cuidar, quero dar carinho, afeto e atenção.

E nada vai me impedir.
Ninguém.
Constrangimentos, convenções sociais,
opiniões alheias... nada!!!

A minha hora há de chegar e, quando enfim
for a minha vez, quero lembrar com carinho dessa
vez, que não foi minha mas está sendo tão especial quanto.

Que venha o bebê, lindo, forte, saudável!!!

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Tudo igual...

Esse ano começou atípico.

Geralmente com apenas dez dias do ano em curso
eu ainda estaria completamente ligada ao ano anterior
e sem a menor noção da passagem do tempo.

Nesse não.
A impressão que tenho é que o ano de 2010
ficou lá no mês passado (e ficou mesmo)
e que 2011 irá realmente colocá-lo no chinelo.

Sei que posso estar imbuindo o pobre ano, ainda tão novo,
de expectativas que ele jamais poderá atender, quero colocar nele
as esperanças de uma vida e se nada do que planejo der certo,
provavelmente o responsabilizarei, assim como fiz com 2010, 2009, 2008...

Mas, não é para isso que servem os anos (eu pelo menos acho)
para receberem as nossas projeções antes, as nossas lamentações durante
e as nossas pragas depois??

Aliás, acho que o que mais parece é que esse ano será bem parecido com todos
os outros...

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Novamente, de novo!!!

E não é que meu níver chegou, de novo!!

Esse dia já me foi mais caro, mas ainda tem seu encantos.
Mesmo com votos de parabéns reciclados do reveillón
gosto de me sentir querida.

Mais um vez, hoje é meu dia...

...Carpiem Diem!!!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Que 2011 humilhe 2010!!!

Um ano novo de novo...

...pra mim, pelo menos dessa vez, o início de um ano
está sendo sinônimo de mudança, renovação, recomeço.

Que nesse novo ano a vida possa ser menos injusta, ou que pelo menos
que eu aprenda a conviver com essa injustiça ou até mesmo tirar proveito dela.

Que todas aquelas coisas que desejo todos os anos (e que sei que não vou realizar)
sejam mais uma vez buscadas com todo o empenho.

Que tudo seja melhor, mais bonito e especial, e já que injustiça é praxe uma humilhaçãozinha não vai tão mal assim, hehe...

Ah, e que o Lacerdão não seja mais uma meta.

Enfim, são meus votos pra mim, caso sirva a alguém, que faça bom uso.

Portanto, vaza 2010 e que venha 2011...